05 julho 2013

A natureza no Festival das Artes / Coimbra


Música, Artes Plásticas, Artes do Palco, Conferências, Cinema, Gastronomia e Educativo. Eis os nomes dos ciclos que constituem a programação cultural de excelência da 5.ª edição do Festival das Artes sob o tema Natureza. Assim, a beleza natural de Coimbra, a vetusta cidade dos estudantes, é enaltecida nas várias áreas artísticas de intervenção. No dia de abertura do evento é apresentada a exposição "Território comum, Imagens do inquérito à arquitectura regional portuguesa, 1955-1957", patente no CAV (Centro de Artes Visuais) de 13 de julho a 29 de setembro. O ciclo das Artes Plásticas propõe ainda a inauguração da exposição “Marcas (in)visíveis” ou a queda numa trama de dupla exposição, no ciclo de Artes Plásticas de Coimbra, e uma visita comentada por Jorge Alarcão à exposição organizada pelo Museu Municipal de Coimbra, sob o título "As pontes de Coimbra que se afogaram no rio”, no Edifício Chiado. 
Sobre o ciclo das Artes do Palco, destacamos o espetáculo de dança contemporânea da Companhia Nacional de Bailado, "A Sagração da Primavera", com coreografia de Olga Roriz, no Teatro Académico Gil Vicente. Por sua vez, o ator João Reis leva ao palco do Anfiteatro da Colina de Camões o "Sermão de Santo António aos Peixes", de autoria de Padre António Vieira. Passemos, então, ao ciclo da Gastronomia interpretado por pelos chefs Albano Lourenço, José Cordeiro e Joachim Koerper, que promovem um workshop na Quinta das Lágrimas. A reservar. 
A programação integra ainda duas sessões inerentes à sétima arte: A exibição de "O jardineiro do sol", para os mais novos, enquanto os mais velhos podem participar no workshop de escrita com o escritor Mário Cláudio. Na vertente musical, o ciclo da Música leva, à Quinta das Lágrimas, a Orquestra Clássica do Centro, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra de Câmara Portuguesa, o Concerto da Juventude da Orquestra de Sopros da Associação Académica de Coimbra e o Recital de Piano de António Rosado. Os fins de tarde embarcam, por seu lado, um rumo diferente no Mondego, a bordo do Basófias, com bons sons da música jazz. Mas há muito mais para ver e ouvir. De 16 a 23 de julho. Em Coimbra. A ir!

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