22 setembro 2012

A arte abstrata dos neurónios | Gulbenkian

Foto: Sistema nervoso central de hirudo medicinalis (desenho, 1891) / Prato Iznik © Museu Gulbenkian

A capacidade do cérebro humano para a integração multissensorial. Aptidão que se deve ao desenvolvimento de conectividades estreitamente ligadas entre si por feixes de fibras nervosas. Eis a base de uma investigação da área das neurociências, a qual utiliza cores vivas das representações elaboradas através de imagens que parecem retirar “a sua inspiração” de obras de artistas consagrados. Resultado? A exposição "As cores do pensamento – A arte abstrata dos neurónios", patente nos Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian e na praça do Comércio, em Lisboa. De 25 de setembro a 25 de outubro. Uma mostra inédita de painéis onde representações visuais do cérebro em grande formato estão lado a lado com reproduções de obras de arte, algumas das quais pertencem às coleções do Museu Gulbenkian e do Centro de Artes Modernas, de artistas como René Lalique e Manuel Cargaleiro, além de outros nomes consagrados: Claude Monet, Gustav Klimt, Edvard Munch ou Salvador Dalí. O programa complementa a conferência "Brain.org" agendada para dias 9 e 10 de outubro. A ir!

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