Domingo é dia 1 de dezembro e começa o advento... 24 dias até ao Natal! Então, agarremos o espírito. Dêmos à casa a árvore de natal, à maneira! A nossa sugestão hoje vai para a divertida e irresistível marca portuguesa Flok®. Três coleções de enfeites: 1 - vermelho, branco e prata com renas, bonecos de neve, azevinho, árvores de natal..; 2 - branco, preto e vermelho com motivos iguais à anterior; 3 - dourado, preto e branco, e um presépio com figuras deliciosas. Já se derreteu a ver a imagem? Não resista nem à Flok® nem ao espírito natalício. Este domingo divirta-se a montar a sua árvore de natal... Ho ho ho! P.s.: De certo reparou que há ali um babygrow... Pois é, se tem mais pequeninos, vista-os a preceito neste Natal, pois a Flok® tem dois modelos natalícíos irresistíveis.
A partir de hoje, comprar discos na incontornável editora jazz nacional é acompanhado de uma bebida e arte, na Rua do Alecrim - Cais do Sodré, em Lisboa. Chegou o dia de abertura da Trem Azul Record Shop Bar, a casa da reconhecida Clean Feed o jazz que tanto passa na Mutante, e da Shhpuma de música contemporânea portuguesa e internacional de vários estilos musicais. A Trem Azul transforma-se, reinventa-se numa loja de bons discos, em bar, em sala de concertos e espaço para exposições; com os seguintes horários - segunda a quarta das 14h às 19h30, de quinta a sábado das 14h às 2h. Para marcar a inauguração da Trem Azul Record Shop Bar, nada melhor que um duplo concerto, hoje, com início marcado para as 21h30 com a estreia mundial de "Timespine" com Adriana Sá, John Klima e Tó Trips, pela mão da Shhpuma, seguido às 23h00 de Lana Trio (Andreas Wildhagen, Kjietil Jerve, Henrik Munkeby Nørstebø) - o improviso conseguido da Noruega. Porém, como dissemos, será também um espaço dedicado às artes e hoje, aos dois concertos, juntam-se intervenções artísticas de André Lemos, Ana Menezes e Amanda Baeza - pensadas e criadas propositadamente para esta festa de inauguração, e a exposição de Bernardo Rodrigues - RÉNÉ vs NÁNÁ. E se hoje é todo este leque imperdível de música e arte, deixamos já no ar o que dezembro traz, de jazz ao vivo, na Trem Azul: 6/12 - Rafael Toral; 7/12 - Rodrigo Pinheiro, Marco Franco; 12/12 - Rodrigo Amado + Afonso Simões + Gabriel Ferrandini; 13/12 - Rodrigo Amado Wire Quartet; 14/12 - Rodrigo Amado Motion Trio + Sei Miguel; 19/12 - Zorra; 20/12 - Gil Gonçalves, Luís Candeias, Gonçalo Almeida; 21/12 - Noite Cafetra - Putas Bêbadas. São todos a tomar nota na sua agenda e... Se o jazz lhe enche bem a alma, apareça pela Trem Azul Record Shop Bar ouça boa música, com bom beber e faça boas compras. Bons espaços, com bons sons!
Os materiais. As formas. O modo como serve os seus pratos. O gosto pelo desenho e pela criação de peças. Apetências de um chef desenvolvidas em conjunto com uma ceramista para o recanto mais poético de Lisboa, o Belcanto. Falamos, claro está, de José Avillez e Cátia Pessoa cujo trabalho desenvolvido em conjunto não carece de fronteiras, tal como o tema da Experimenta Design 2013 – "No borders" –, no âmbito da qual é inaugurada, hoje, dia 28 de novembro, no atelier Caulino Ceramics, a exposição "ALIMENTA-ME", onde estarão patentes os trabalhos de cerâmica criados para o Belcanto. A integrar no roteiro da cidade das sete colinas, para visitar a partir de amanhã, dia 29, e no dia seguinte, 30 de novembro, bem como nos dias 6, 7, 13 e 14 de dezembro, das 14 às 19 horas, no n.º 28 da rua de São Mamede ao Caldas, em Lisboa. Se vão partir a louça toda, mesmo? Não sabemos, mas estamos curiosos…
Cavalheiro, há um mês anunciávamos, por paragens Mutante(s), a chegada de um novo EP de Tiago Ferreira, o Cavalheiro (reler aqui). E fazendo jus ao seu cognome, Tiago, prometeu e cumpriu. No dia 25 de novembro lançou o EP "Trégua", o seu quinto trabalho, com cinco canções dentro, que se apresentou com o single (e teledisco) "Talvez". Arrancamos "Cedo" com ritmo demarcado e voz que passa com calma, sem demoras porque ...ainda é cedo e o Tiago vive a cada nota e silaba dita."Talvez" viva porque na segunda música do EP, num ritmo bem calmo, sem grandes rendilhados musicais, talvez se dance o slow no fim da festa, a dois, com uma sala vazia, com a voz melancolicamente interessante e não se pára este slow a meio até porque, a meio, a guitarra vinga e esperamos, curiosos, o regresso da voz. Depois do slow caminhamos para casa com a classe de "Walker", com a memória dos braços enlaçados no slow porque ...não vais apagar o que aconteceu... e o romantismo, do bom, ganha maior solidez. Depois de um bom walk(er) - com histórias na algibeira, chegamos a história de "Família Feliz", pois ninguém é perfeito e que podemos nós temer? A bateria dita um ritmo mais acelerado, de passo rápido à qual a voz de Cavalheiro dá o contraponto, mesmo quando as cordas que toca vão ao passo da bateria. E chega o vento seco, do fim do inverno, "Mistral", para afastar tudo o que nos possa pesar. No todo, é um EP onde vemos e ouvimos um Tiago num registo bem romântico, muito seu, onde as letras são o falar alto da sua alma e memórias, é música de ritmo, letra e abordagem que fogem ao mainstream, quiçá nos levem às festas do idos anos 1980, onde ser romântico caía tão bem. "Trégua" foi todo composto em casa (num curto espaço de tempo); gravado, misturado e produzido por João Moreira, e com edição a cargo da PAD - editora/ coletivo de artistas independente. A ouvir e descobrir, sem pressas. A voz do Tiago, o ritmo do Tiago são para ouvir a meia (baixa) luz, chão quente de madeira, com toda a calma de um slow…
Entre 7 de dezembro de 2013 e 28 de fevereiro de 2014, estará patente na Garagem Sul - Exposições de Arquitectura do Centro Cultural de Belém (CCB) a exposição "África - Visões do Gabinete de Urbanização Colonial". A exposição propõe-nos um percurso por uma paisagem africana desenhada a partir do coração da metrópole Lisboa, no período final da colonização portuguesa (1944-1974), e é uma narrativa visual de uma aprendizagem arquitetónica que se inicia com a criação do Gabinete de Urbanização Colonial (G.U.C.), no final de 1944, por Marcelo Caetano (enquanto ministro das Colónias). Esta exposição/ aula de história da arquitetura é o resultado de um projeto de investigação multidisciplinar, originalmente intitulado de "Gabinetes Coloniais de Urbanização - Cultura e Prática Arquitetónica", desenvolvido entre 2010-2013, e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Estudo que envolveu arquitetos, historiadores, arquivistas, geógrafos e sociólogos, vindos de vários centros de investigação - ISCTE-IUL (mais tarde integrado no Dinâmia'CET), Arquivo Histórico Ultramarino do Instituto de Investigação Científica Tropical (AHU/IICT) e o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU). A curadoria está nas mãos de Ana Vaz Milheiro com Ana Cannas e João Vieira. A visitar, no CCB.
A arte está prestes a invadir os corredores da Lionesa, em Matosinhos. Nas prateleiras estão a pinturam o desenho, a ilustração, a obra gráfica, a cerâmica, a escultura, a street art… Criações de novos artistas ao alcance de todos numa iniciativa comissariada pela artista plástica Catarina Machado. Assim será a BazArte, o mercado de arte que decorre entre 1 e 24 de dezembro na Lionesa, onde artistas vão pintar ao vivo, há conversas com os criadores e mentores de projetos e workshops. Entretanto, o dia de amanhã, 29 de novembro, está reservado para a inauguração desta iniciativa, pelas 19 horas, com o Grafitter OKER a pintar o vidro de uma montra; sábado, dia 30, às 16 horas, é a vez de Conversa com Daniel Pires, com a "Apresentação do projeto Maus Hábitos". Compareça.
Em outubro passado, a cozinha do tão badalado Bica do Sapato, em Lisboa, abriu as portas a um novo chef, que já tinha passado por este lugar à beira Tejo, em 2001, no início da sua carreira voltando, agora, à casa de partida. Falamos de Alexandre Silva, que executa um trabalho versado na gastronomia contemporânea, com reserva marcada pela tradição portuguesa e pela criatividade, valor demarcado nos dias de hoje, bem como pela forte aposta nos sabores genuínos, protanogistas num almoço descontraído com vista para o rio.
Para começar, o agora chef executivo Alexandre Silva apresenta Vieira salteada com puré de aipo, zeste de laranja confitada, servido n'"A alfacinha dos caracóis", peça criada pelo divertido Laboratório d'Estórias, prato que faz jus ao propósito deste início de refeição, divertir o palato, em hamornia com um Espumante Herdade do Esporão 2012. Na entrada, a escolha recai num Escalope de foie gras com tatin de marmelo, redução de Madeira e corn flakes, duplo paradoxo de rima primorosa, aventurado na companhia de um Herdade dos Grous Late Harvest 2010.
Ao mar, o chef foi buscar o Pregado que levou ao formo e juntou a um deleitoso arroz de boletus, os cabeças negras da Serra da Estrela, e molho de batata olho de perdiz para, por fim, o combinar com um Esporão Reserva branco 2012. Chega a vez da carne, protagonizada por Presas de porco alentejano recheadas com figos secos, molho de figos e "batata paciência", um prato guloso que casa bem com o outono e com um Esporão Reserva tinto 2011.
Na doce ligação com o açúcar, o Vinho do Porto Quinta dos Murças 10y. suspira ao lado do Suspiro recheado com frutos vermelhos e framboesa; e o Covelinhas Old Tawny encanta, num deleite consensual, na união perfeita com Parfait gelado de ameixa d'Elvas com sorbet de tangerina, o doce q.b. combinado com a frescura e a acidez da fruta de outono, para terminar em grande. Num espaço acolhedor, revestido de uma contemporaneidade sem limites e uma decoração arrojada, o cartão de visita de um espaço que prima por uma elegante irreverência desde os primeiros tempos: o Bica do Sapato. A ir e experimentar, porque a carta reserva outras surpresas! A propósito, já tem planos para o repasto de hoje à noite? Sobretudo desde há pouco mais de um mês, no andar de cima, com o Sushi Bar, sob a batuta de João Duarte. Quem vai provar?
Sobre o novo spot lisboeta situado no secular Palacete Ribeiro da Cunha, no Príncipe Real, em Lisboa, já todos leram. Embora não seja demais relembrar o conceito inovador da Embaixada que acolhe mais de uma dezena de lojas de marcas nacionais – todas elas merecem uma visita –, reserva espaço para a cultura e dispõe de lugares comuns para exposições temporárias. Para já mantemo-nos no piso 0, onde o Le Jardin, nome inspirado no Jardim Botânico, apresenta a carta de outono, o convite a uma viagem pela gastronomia portuguesa e mediterrânea, para petiscar ou um repasto mais demorado e vinhos a copo, conceito que regressa nos dias de hoje despido de preconceitos. Em cima da mesa, o pão da casa mergulha, em suaves gestos, no azeite e vinagre balsâmico ou faz-se acompanhar de um deleitoso hummus, para apreciadores.
Bacalhau macerado em três citrinos, coullis de vinagre balsâmico e passas Depois de divertir o palato com os sabores da terra, sugerimos o Creme aveludado de curgetes com queijo de S. Jorge seguido de um Bacalhau macerado em três citrinos, coullis de vinagre balsâmico e passas, para contrabalançar a acidez cítrica com o doce da uva-passa.
Tiborna de pimentos e sardinha E porque a maré é de petiscos, recomendamos a Tiborna de pimentos e sardinha, para recordar um pouco o verão neste dias frios de outono, ou Cogumelos recheados com queijo e presunto, perfeito para aquecer a alma.
Ovos mexidos com alheira e estaladiço de centeio O mesmo podemos dizer sobre os Ovos mexidos com alheira e estaladiço de centeio, terminando com um Supremo de salmão com xarem de bivalves, uma verdadeira ode ao mar, perfeito para o jantar, e uns Lombinhos de porco com tumbet. E há mais para degustar em harmonia com os vinhos da Herdade do Esporão e Quinta dos Murças, desenhados pelo enólogo Luís Pato, num ambiente tranquilo e muito acolhedor, em pleno coração da cidade das sete colinas. Para ir e perder-se no tempo, pois há muito para ver.
O Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) recebe, de novo, o encenador Nuno Cardoso, amanhã dia 28 de novembro pelas 21h30. Ao palco traz a peça punk "Class Enemy/ Inimigos de Classe", do dramaturgo inglês Nigel Williams, que nos é apresentada da seguinte forma como um retrato "sem dó nem piedade, a realidade de uma juventude sem futuro e sem qualquer apoio vivendo, num limbo para onde foram atirados por pais e professores, um limbo sem regras sem limites onde a violência é o critério diferenciador das relações". É o narrar de um dia de aulas numa escola, na periferia de uma grande cidade, numa sala de aula que parece saída de um cenário de guerra, onde seis alunos acabam de expulsar uma professora... esperando uma nova vítima, fazem crescer uma narrativa carregada de niilismo e com uma réstia, não admitida, de esperança, que faz com que se recusem a deixar o local. No tempo de espera, episódios acontecem, histórias são feitas, ditas e criadas pelos "alunos". "Class Enemy" é coproduzido com o Théàtre National de Bordeaux en Aquitaine e resulta, também, de um processo de formação que Nuno Cardoso tem vindo a desenvolver com aquele teatro e com a sua escola e que, no TAGV, tem o seu primeiro resultado em forma de espetáculo. Um espetáculo em francês, legendado em português, uma peça curiosa que estará em cena, amanhã. Tome nota e apareça!
"Cuco" é o último projeto dos portugueses Nome Comum. Um álbum onde a simplicidade de uma letra com acordes bem alinhados e vozes claras, com as mensagens que tantas vezes dizemos, pode dar aos ouvidos musicalidades bem conseguidas. Com um começo bem ritmado onde "ninguém fica só" e ele e ela cantam lado a lado, diferentes palavras, que não se atropelam, mas complementam, dizemos "cuco" e seguimos para um "alentejar" que nos dá a calma e o movimento dos campos com batuque e as vozes em cantares, onde a tradição anda no fundo. Do "ângulo morto" levam-nos para "acordo tarde" (desejo de todos) e é acordar com um certo sabor tropical, chega o "anão gordo" com um caminhar definido no arranque instrumental e "dá-me" só dá-me porque basta o dadaísmo de uma letra que quase só nos diz dá-me. E à oitava é de vez e "quem não é antes fosse" eis a música que fecha o trabalho de originais dos Nome Comum. Música portuguesa com uma curiosa estrutura editada dia 16 de setembro de 2013... E que tem alinhados os seguintes concertos: 28/11 - (22h00) Salão Brazil, Coimbra; 29/11 - (18h00) Fnac Sta. Catarina, Porto; 29/11 - (22h00) Fnac MarShopping, Matosinhos; 30/11 - (18h30) Fnac Palácio do Gelo, Viseu; 08/11 - (17h00) Fnac GaiaShopping, Vila Nova de Gaia; 08/11 - (22h00) Fnac NorteShopping, Matosinhos. A ir e ouvir, neste final de novembro e início de dezembro.
Delicado. Chic. Minimalista. Cada peça sustenta a leveza do corpo feminino, desenha os seus contornos, esboça uma mensagem de sensualidade, acompanha cada movimento numa profunda ode ao requinte interpretado pela nobreza do ouro e do diamante. Assim se define Vanrycke, a marca parisiense criada há 13 anos e apresentada numa linguagem intemporal e particularmente trendy sob a égide criativa da luso-francesa Lise Ferreira, que concede às suas jóias, concebidas com a precisão digna de um mestre, uma simplicidade voluptuosa, elevando a elegância ao seu expoente máximo. Cada criação tem um nome, nomes de mulheres, de lugares, de frases carregadas de significado, de declarações, de amor. Perfeito para quem gosta de misturar desordenadamente peças, refletindo um charme único, urbano e audaz. Curiosas? Aconselhamos que espreite a Elements Contemporary Jewellery no Península Boutique Center, no Porto, e no Amoreiras Shopping Center ou no Bairro Alto Hotel, em Lisboa. Irresistível!
No alinhamento do programa Juntos, do Projeto Sociedade, a ação termina com duas conversas informais e descontraídas. Em cima da mesa está, primeiro, a h3, a cadeia de restauração lisboeta cujo prato forte é o hamburguer, reinventado em contra-corrente com as demais marcas de fast food, sendo a garfada dada por Ricardo Mealha, designer de comunicação, e Albano Homem de Melo, fundador e sócio da própria h3 criada em 2007. Depois, e para fechar este círculo de tertúlias, está marcado o encontro entre a pintora Ilda David e o padre, poeta e vice-reitor da Universidade Católica Portuguesa, José Tolentino Mendonça, para uma conversa que desvenda a singular pintura dedicada ao Pentecostes que Ilda David concebeu para a Capela do Rato a convite do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, na pessoa do Padre Tolentino Mendonça. O ciclo de conversas acontece a 29 de novembro e 19 de dezembro, respetivamente, no Auditório da Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa. A entrada é livre. Imagem de Ilda David, autoria da pintura dedicada ao tema do Pentecostes / Capela do Rato
O Optimus Alive'14 anuncia a sua primeira sonante confirmação. Banda indie rock/ post-punk revival formada um 2002, de Sheffield, Inglaterra, e de peso, os Arctic Monkeys, vão subir ao Palco Optimus no dia 10 de julho de 2014 para um concerto que se espera imperdível e único. A Portugal vão trazer o seu último trabalho de originais, editado no passado dia 9 de setembro, "AM", com o já conhecido single "Do I Wanna Know?", a ouvir no nosso facebook. Alex Turner (guitarra, voz), Jamie Cook (guitarra), Nick O'Malley (baixo, voz-apoio) e Matthew Helders (bateria, voz-apoio), com cinco álbuns editados são, há muito, um êxito de vendas com todos os cinco álbuns a conseguirem o n.º1 no top de vendas britânicas e com o álbum de estreia, o "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not" (2006), a ser o álbum de estreia de uma banda a ser mais rapidamente vendido na história da música britânica. A colocar na agenda... a contar os dias para, em julho de 2014, ver estes brit boys ao vivo, em Portugal.
Os Cinema São Jorge e o Cinema City Alvalade, em Lisboa, abrem as portas à 4.ª edição da Mostra de Cinema da América Latina (MCAL) 2013. Ao todo são dez as nações – Brasil, Argentina, México, Chile, Equador, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai – que carregam na bagagem 12 filmes, ao todo, para o lado de cá do Atlântico, onde é apresentado o panorama atual e representativo da cinematografia latino-americana contemporânea, uma indústria que revela as realidades socioculturais das sociedades do sul do continente americado trazidas por realizadores, novos e consagrados, atentos ao que se passa nos seus próprios países. Objetivo: Impulsionar o contacto entre profissionais do cinema e, em simultâneo, estimular futuras co-produções entre Portugal e a América Latina, bem como a circulação dos filmes nos circuitos de distribuição nacionais. O evento, que decorre entre os dias 12 e 15 de dezembro, é organizado pela Casa da América Latina em co-produção com o Cinema São Jorge e o Cinema City Alvalade, conta com a parceria estratégica da EGEAC-CML, das Embaixadas latino-americanas em Portugal e o apoio institucional do Instituto do Cinema e do Audiovisual. Anote as datas na agenda e compareça!
A curta portuguesa "Mahjong", de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, foi galardoada no Festival Internacional de Cine Documental y Cortometraje de Bilbao com o prémio Mikeldi de Plata para ficção. Rodado na zona industrial da Varziela, em Vila do Conde, considerada a maior "Chinatown" do país, "Mahjong", produzido pela Curtas Metragens CRL, entidade que organiza o Curtas Vila do Conde, vem no decurso do alinhamento dos três filmes anteriores que ambos os realizadores portugueses iniciaram em 2007 e estreou em Portugal no passado mês de outubro como complemento de "Interior.Leather Bar", de James Franco e Travis Mathews, estando em exibição nos festivais de cinema de Locarno, Sevilla, Turim, Montreal, Sarajevo, Buenos Aires, Vancouver, entre outros.
Boas notícias nos dão a Munna e a Ginger & Jagger: são as primeiras marcas portuguesas a serem comercializadas pelos armazéns Harrods, em Londres, a partir de janeiro de 2014. O convite partiu do mui conceituado armazém londrino que considera estas duas marcas (que tanto passam pela Mutante, reler aqui) representantes de um design inovador, criativo e que o preciosismo dado a cada detalhe, de cada peça, corresponde ao nível de exigência do seu público. Porém, não é só esta a notícia. Nós dissemos "boas notícias". Assim, resta acrescentar que a Munna e a Ginger & Jagger vão colaborar com o prestigiado estúdio de design de interiores, especializado em projetos residenciais de alto luxo pelo mundo, o The Studio at Harrods. Os nossos parabéns às duas marcas nacionais que levam o nosso design a bons portos!
No próximo dia 13 de dezembro, no Pavilhão Multiusos do Fundão, vai poder assistir aos Nouvelle Vague, uma vez mais em concerto por terras portuguesas. A banda de Marc Collin e Olivier Libaux conquistaram o público português em 2004 com o seu primeiro concerto na Lux, em Lisboa e desde então têm somado vários concertos em várias cidades, por cá. Em dezembro trazem a particularidade de levarem três vozes femininas para o palco, com a estreia absoluta de Zula (cantora e bailarina em famigerado clube parisiense) e junto com as vozes, a acompanhar, uma nova componente visual, inexistente nas anteriores atuações da banda. Eis duas estreias nos Nouvelle que são motivo para não perder este concerto na Beira Interior. Anote na agenda e apareça... Sons, ao vivo, no interior!