20 novembro 2013

New Single: You Can't Win, Charlie Brown


Está prometido, para janeiro de 2014, o novo álbum dos portugueses You Can't Win, Charlie Brown, mas enquanto os novos sons desta rapaziada não chegam, vamos ouvindo o novo single que nos dão em jeito de acicatar ouvidos. "Be My World" marca o regresso da banda, depois de "Chromatic" (2011) e da recriação dos Velvet Underground (2012), com uma sonoridade que já não precisa de legendas e com os músicos do costume: Afonso Cabral (voz, piano e guitarras), Salvador Menezes (voz, guitarra acústica e baixo), David Santos (voz, teclados e metalofones), Luís Costa (guitarra elétrica), Tomás Sousa (bateria) e João Gil (guitarra acústica e teclados). O sexteto YCWCB oferece, junto com o single, o teledisco que se une na perfeição à música criada - uma animação que, para alguns, pode levar ao mundo das formas infinitas da geometria analítica e da geometria no espaço numa forma de redes digitais... em sintonia com a base digital da música criada. Uma viagem ao centro da terra YCWCB. A ouvir e a esperar pelo que aí vem...

Teledisco "Be My World" © You Can't Win, Charlie Brown)

Keep [it] a teus pés / Vegan shoes


Os materiais são naturais e orgânicos. As cores casam bem com a estação do outono. O detalhe prima pela inspiração no artesanato da Guatemala, nos padrões índigo tradicionais japoneses ou nas colchas de retalhos feitas à mão. O conforto é uma realidade demarcada. E são tão aconchegantes… Falamos da marca norte-americana de calçado Keep, descontraído para usar no dia a dia e abusar ao fim de semana, a qual versa pelas coisas simples. Curiosos? Espreitem, então, as lojas 69 Slam do Oeiras Parque e do Centro Vasco da Gama, no Parque das Nações, em Lisboa.

BES Revelação 2013 / Serralves


No próximo dia 25 de novembro, pelas 22h00, inaugura no Museu de Serralves, Porto, a exposição "BES Revelação 2013" onde serão apresentados os trabalhos dos vencedores - Diogo Evangelista (Lisboa, 1984), Nádia Rodrigues (Leiria, 1984) e André Romão (Lisboa, 1984). Os três projetos vencedores foram selecionados por unanimidade pelo júri internacional do concurso constituído por Guillaume Désanges - curador independente a trabalhar em Paris, Marina Fokidis - diretora de Kunstalle Athena em Atenas, e da revista South, Nav Haq - curador do MHKA em Antuérpia; de Portugal, Filipa Ramos - curadoria independente portuguesa a viver entre Londres e Milão. Patente até dia 19 de janeiro de 2014, "BES Revelação 2013" é exposição a não perder, lá estão as jovens promessas da fotografia portuguesa. Anote na agenda e apareça!

Imagem / Nádia Rodrigues Ribeiro, Sem Título, (11-07-2012, 16h40), 2012. Negativo em papel cromogéneo, prova única. 9x12 xm. Cortesia da artista.

19 novembro 2013

Scott Matthew, uma noite em casa


É um dos convidados mais presents na discografia de Rodrigo Leão e, na passada 5ª feira, apresentou o seu mais recente trabalho, “Unlearned”, ao vivo no pequeno auditório do CCB, em Lisboa.
Se na sala ao lado eram as vozes femininas a dominar o palco, num concerto-tributo a Joni Mitchell, aqui foi a voz única, dreamy, de Scott Matthew a marcar o ambiente. Uma sala à medida da sua música, acolhedora, permitiu estar ali como se estivéssemos na nossa sala de estar.
Sucessos de outros nomes, como “To Love Somebody”, dos Bee Gees; “Harvest Moon”, de Neil Young; “There’s a Place in Hell For Me and My Friends”, de Morrisey; “I Wanna Dance With Somebody”, de Whitney Houston; e “L.O.V.E”, de Nat King Cole, entre muitas outras, foram temas que o músico australiano, radicado em Nova Iorque, foi buscar ao seu mais recente trabalho. Mas a noite foi ainda pontuada, sempre de forma magistral, pelos músicos: teclas, guitarra, ocasionalmente, violoncello e até o acórdeão da portuguesa Celina da Piedade.
Depois houve ainda tempo para ouvir originais de Scott Matthew, como “Abandoned”, “Little Bird”, a maravilhosa “White Horses” e “Friends and Foes”, entre outras. O concerto, conduzido pela voz inconfundível e doce do cantor, e que nos remetia para um estádio mágico de conforto e tranquilidade, deixou uma surpresa para o fim: o tema “Love Will Tear Apart”, imortalizado por Ian Curtis e os Joy Division.
Lá fora, a noite outonal estava fria, cá dentro, o calor havia invadido o público há muito tempo.

Por: Helena Ales Pereira 

Urban Sketchers Portugal / Exposição


Guerra Junqueiro, Alameda, Areeiro, Arco do Cego, bairro das Estacas. Eis alguns dos lugares mais belos de Lisboa passados para papel pelas mãos dos aficcionados pelo desenho. Falamos da exposição coletiva sob o título "Av. de Roma e bairros históricos", no âmbito do 44.º Encontro Urban Sketchers Portugal, patente na Livraria Barata do n.º 11 da avenida de Roma, em Lisboa, até ao fim deste mês. Ao todo são 70 cadernos de 70 participantes. Uma verdadeira viagem conduzida pelo traço e pelas cores do arco íris que personificam o talento dos apaixonados pela cidade das sete colinas. Vale a pena a visita.

Imagem: "Uma aguarela a olhar a Praça de Londres…" por Fernanda Lamelas

ZKM Center for Art and Media... em Évora


O Fórum Eugénio de Almeida traz, pela primeira vez à Península Ibérica, uma ampla seleção obras do conceituado ZKM | Center for Art and Media de Karlsruhe, na Alemanha, o mais importante centro de arte e tecnologia do mundo. A coleção do ZKM é a mais significativa que se conhece, na sua especialidade oferecendo e revelando uma viagem completa da história da arte e tecnologia (aqui estes dois campos são indissociáveis) desde a década de 1960 até aos dias de hoje. A exposição com o título de "INTER[IN]VENÇÃO", patente entre 29 de novembro 2013 e 9 de março de 2014, trará a Évora as obras primas de alguns dos artistas de maior relevo na arte contemporânea como: Nam June Paik, um dos pioneiros da media art; Bruce Nauman; Marina Abramovic; Bill Viola; Christa Sommerer & Laurent Mignonneau; Paul Sermon; Tony Oursler; Peter Weibel; Masaki Fujihata; Valie Export; Pipilotti Rist; Paul Garrin, Robert Wilson, entre outros. Em Évora a arte interativa estará em destaque, chamando e incentivando o público a estabelecer um diálogo participativo com as obras expostas, nos mais variados formatos: videoescultura; videoarte; videoperformance; videoinstalação; instalação audiovisual; instalação interactiva e instalação sonora interativa. Em colaboração com a Mediateca do ZKM a exposição trará ainda uma seleção de obras de videoarte dos artistas mais representativos dos últimos 50 anos. Sobre o título "INTER[IN]VENÇÃO" a mostra estará sob a égide de dois conceitos: intervenção e invenção, associando os significados etimológicos dos termos e o tipo de obra em exibição. Uma exposição que se revela imperdível pelas obras que trás a Portugal, pela temática, pela excelência do ZKM; universo de virtualidades onde somos chamados a intervir e interagir com o artista e a obra, sendo nós próprios, criativos de novas imagens plásticas onde a tecnologia é ferramenta indispensável. Arte contemporânea na sua dimensão de interferência, manipulação e interação entre obra e público... Já dizia, em tempo idos, Gombrich que a obra só estava completa aquando a sua análise por parte do público. A não perder, em Évora!
Nota: no dia da inauguração, dia 29 de novembro pelas 15h00, no auditório do Fórum Eugénio de Almeida, realizar-se-á a conferência "Media and Amechania" proferida pelo Diretor do ZKM Peter Weibel (teórico, artista e curador de prestígio internacional).

Fotografia / Kiyoshi Furukawa & Wolfgang Munch, "Bubbles". 1998-2000. Instalação Interativa - ZKM_Collection © ONUK, 2009.

Christmas with Rosenthal


O natal é contagiante. Temos de admitir. Rendendo-nos ao espírito já imaginamos os enfeites que este ano queremos no nosso espaço, nas nossas casas. Hoje, revelamos os novos enfeites, em porcelana, da Rosenthal. Elegância, geometria, delicadeza... são as bolas de natal, acabamento mate, seis motivos padronizados que tão bem ficarão em qualquer espaço natalício... Resistir? Nem pensar. Prometemos revelar mais peças, de desenho e qualidade indiscutíveis, da Rosenthal, em breve!

Mansilla Y Tuñon / Colégio das Artes


Na Galeria do Colégio das Artes, Universidade de Coimbra, está patente uma exposição/ viagem por dez obras do atelier espanhol Mansilla + Tuñón. Fundado em 1992 por Emilio Tuñón Álvarez (1959) e por Luis Moreno Mansilla (1959-2012), é indubitavelmente um atelier incontornável da arquitetura contemporânea reconhecido com prémios como o Prémio Nacional de Arquitectura Española, em 2003, ou o Prémio de Arquitectura Contemporánea da União Európeia - Prémio Mies van der Rohe, em 2007. Da teoria e ensino, projeto e obra feita, são um elemento completo em exposição temporária, em Coimbra, no Colégio das Artes. A ir!

New single: "High On Love Songs" / Birds are Indie


Se ontem começamos bem a semana a avisar da chegada, para breve, hoje anunciamos o primeiro single "High On Love Songs" dos conimbricenses Birds are Indie. Que início de semana. A voz agridoce (mais doce que agri) da Joana viaja sozinha neste single com Henrique e Jerómino a garantirem um apoio instrumental que não hesita e que se mantém fiel ao estilo que já, há muito, nos conquistou. O próximo trabalho vem com o curioso e, quiçá, inquietante título "Love is not enough" e já está em pré-venda (com umas ofertas de aproveitar!). Com este single saciamos o apetite auditivo, para já... pois estamos bem curiosos para ouvir todo o álbum! Enquanto não vos damos ou falamos sobre todo conteúdo deste amor que vem a caminho, deixamos datas de concerto a não perder, deste magnífico trio:
21/11 - 22h00, CineTeatro Alba / Albergaria-a-Velha;
23/11 - 21h30, La Marmita / Vila Nova de Gaia;
30/11 - 23h30, Café Concerto Teatro Virgínia / Torres Novas.
Concertos a ir e... ouvidos à espera. Birds are Indie, ouça no nosso facebook o novo single dos Birds are Indie.

18 novembro 2013

Espumante Moscatel Roxo Rosé 2012 / JMF


Hoje, vamos acabar o dia com o primeiro espumante premium da casa José Maria da FonsecaEspumante Moscatel Roxo Rosé 2012. Da Coleção Privada Domingos Soares Franco, com casta Moscatel Roxo (100%), tem no aroma meloa, rosas e lichies, apresentando um paladar mui frutado, macio, aveludado, com boa acidez, e uma bolha pequena, fina e persistente. Ideal para acompanhar aquela refeição ligeira ao jantar. Alinha neste espumante singular de casta tão nobre?

Canvas Sofa / Marcel Wanders and MOOOI


As segundas são complicadas. Custa sempre e só pensamos em chegar a casa e... descansar. E se à nossa espera estiver um Canvas Sofa by Marcel Wanders for MOOOI, tudo fica mais que perfeito. Um sofá onde conforto foi e é premissa e cujas almofadas o batizam. Cada uma das almofadas, que aumentam o conforto deste longe sofa, celebram a arte gráfica de gravuras antigas passadas para tecido, com arte que pode admirar no Hermitage ou no Rijksmuseum, outras há que são saídas da imaginação sem fim e bem rica de Marcel Wanders. Tem várias cores para a cobertura à escolha e nove almofadas para dar arte ao seu descanso. Mais uma peça de bom design by Mr. Wanders. Preguiçamos um pouco?

For this Winter... All Star!


Quem disse que no inverno não há All Star quentinhas? Quem disse mentiu. Em pele e com pêlo bem quentinho... eis o modelo com que vos acicatamos a irem às compras e perderem-se com umas Converse All Star! Também disponível em castanho escuro. E nada mais há a dizer... é calçar e andar, com estilo!

À mesa com Iittala


A finlandesa Iittala lança novos membros na sua coleção "Taika" (mágico em português)... Com formas desenhadas por Heikki Orvola e ilustrações de Klaus Haapaniemi, "Taika" apresenta-se a preto&branco com uma temática com animais e plantas que tem, claramente, uma composição inspirada nas composições da Art Nouveau, muito gráfica. Nesta nova linha, em porcelana, tem disponível uma taça, uma colher, uma saladeira e dois prantos fundos. Com o natal à porta diga lá que não é uma prenda irresistível?

15 novembro 2013

"Inorganic Heartbeats & Bad Decisions" / Gobi Bear


Diogo Pinto, correção, Gobi Bear, tem álbum no ar, a soar. "Inorganic Heartbeats & Bad Decisions" é o primeiro álbum de longa duração deste one band boy. Vimaranense, rapaz de voz bem doce que deixa que ela, a voz, corra ao sabor dos acordes dos instrumentos, contudo, sem deixar que ela esteja num segundo plano. Instrumento e voz sempre na sonoridade equilibrada. São 13 músicas, não há tempo para medos de azares, que se ouvem em continuo, sem travar. Tudo começa com "Joanna", som onde eletrónica domina e nos transporta para sonoridades muito atuais da música nacional, para chegarmos a "Eli/Abel" onde o instrumental se assume protagonista e a voz é também um instrumento que cria ritmo próprio. "Wooden Toys" esboça-nos um sorriso inevitável com ritmo marcado que, de certa forma, nos leva a memórias lá longe, de pequenos; em "Men-like Clouds" a surpresa de sobreposição de vozes encaixadas em musicalidade simples que funciona tão bem. "Eels" leva-nos para "1992" que se revela colheita de bom som, um dedilhar que nos prende num arranjo ali, definido, que às vezes se torna mais claro. "Animals", mais calma com a voz no leme, e... "Scarecrow in the Rain" instrumental com arranque bem conseguido e voz que surge a meio caminho e guitarra no fim, "November" é viagem nos guia para mais três músicas, que se mantêm no arranjo musical definido desde o início: "Certainty is not Word", "I Can't Be Found" e "A Thousand Light Bulbs" - guitarra e percussão assumidas, eletrónica como maestro, para fechar com uma serena "Monica II" que, a acompanhar a voz que é som de marca de Gobi Bear, tem uma percussão que não a deixa ser embalo, mas sim uma suave melodia ritmada e... a surpresa da guitarra que a meio visita, quando a voz, que em todo o álbum é ponto bem positivo, ganha mais corpo, um bom fecho. No todo, um álbum com estilo definido de sonoridades bem atuais, a par do que de bom se tem feito na música nacional. A ouvir, a descobrir aqui.

Álbum com o selo Murmurio Records e Ilustração de Luís Belo

O Cantinho do Avillez do chef José em livro


A escrita permite viajar pelo universo das palavras harmonizadas pelas mais deleitosas fórmulas de seduzir o palato. Como o novo livro (bilingue – português e inglês) de José Avillez que dá a conhecer o "Cantinho do Avillez – As receitas", da editora Esfera dos Livros, inspirado na cozinha tradicional portuguesa com um toque de influências provenientes de outros cantos do mundo. Só para abrir o apetite, o autor revela algumas das receitas de sucesso do seu restaurante de fun dining do Chiado: "Peixinhos da horta, Farinheira com crosta de broa e coentros, Crumble de morcela e maçã, Camarões salteados com erva príncipe e gengibre, Bife à Cantinho, Lascas de bacalhau com ovo BT, Avelã3"… E, como não poderia deixar de ser, as fotos são "de comer e chorar por mais". Quem vai resistir?

Cozinha algarvia em Lisboa / Flores do Bairro


Ovas de ouriço com ovos mexidos e tosta de pão da vila de Sagres, Filete de peixe galo e açorda das suas ovas, Tranche de robalo da Costa Vicentina com puré de cenoura algarvia, Lombinho de javali marinado em laranja e cubos de batata doce de Aljezur, Cremoso de chocolate e alfarroba, mousse de iogurte grego e seu gelado em tons de laranja, e Doce fino algarvio & Dom Rodrigo. Eis os pratos da carta assinada pelo chef Micael, d' O Terraço, do Martinhal Beach Resort & Hotel, em Sagres, em conjunto com o chef Vasco Lello, em homenagem aos sabores algarvios e aos produtos da região do Algarve, numa experiência sensorial direcionada aos amantes da gastronomia portuguesa. Falamos do jantar de amanhã, dia 16 de novembro, às 21 horas, no Flores do Bairro, o conceituado restaurante do lisboeta Bairro Alto Hotel, que proporciona, assim de um deleitoso evento a não perder. Contactos para reserva: 213 408 288. Bom apetite!

The black ball / Tom Dixon


E se um rendilhado metálico esférico facetado desse luz? Seria Ball, by Tom Dixon. Um dodecaedro, sólido de 12 faces em alumínio anodizado preto, perfurado e montado de forma a criar este candeeiro único que além da luz que lhe vai dar, desenhará as mais interessantes sombras no seu espaço... ou não é a luz feita de sombras? A ter, no seu espaço!

14 novembro 2013

Dias desassossegados


Para celebrar o Dia do Desassossego, esta sexta e sábado há literatura para ver e ouvir no Metropolitano de Lisboa e em outros locais da cidade. Esta é apenas uma das iniciativas do Dia do Desassossego, da responsabilidade da Fundação José Saramago e que pretende assinalar o dia do nascimento do escritor português, celebrado a 16 de novembro.
Ao longo dos dias 15 e 16, há leituras de livros de autores portugueses, gravadas por Fernando Alves e com música de António Pinho Vargas, numa colaboração da Com a Boca – Palavras que Alimentam e o Metro de Lisboa.
Mas é no sábado que acontece a grande celebração do Desassossego. Ao vivo, pela cidade, quatro elementos do Grupo Éter vão ler passagens de “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, de Saramago; d’”O Livro de Desassossego”, de Fernando Pessoa/Bernardo Soares; e ainda obras de outros autores portugueses. Rossio (10h); Chiado/Praça Luís de Camões (11h); Santa Catarina (12h) e rua António Maria Cardoso (13h) são os locais selecionados numa iniciativa que conta com a presença da livraria móvel Tell a Story. Percurso completo aqui.
Mas há ainda mapas para agarrar, nas Lojas A Vida Portuguesa e nos Quiosques de Refresco de Lisboa, e percorrer a cidade sob as notas do livro “O Ano da Morte de Ricardo Reis”. E, em Vila Franca de Xira, no auditório do Museu do Neo-Realismo será exibida a versão integral (5 horas) do documentário “José & Pilar”, de Miguel Mendes Gonçalves, às 15h.
Acha que já chega? Claro que não. Por isso, deixamos ainda mais duas grandes novidades: a Casa dos Bicos, apresenta, às 16h30, uma sessão de contos com Rodolfo Castro; e, às 18h, o lançamento de duas novas edições de José Saramago.
A reprodução do primeiro original datilografado de “Clarabóia” e uma nova edição d’“A Maior Flor do Mundo”, com ilustrações de André Letria.
Mas prometemos que não é tudo. Por que não sair de casa e viver a literatura fora do sofá? Mais informações em www.josesaramago.org

Crédito imagem: Fundação José Saramago
Texto: Helena Ales Pereira 

Em Concerto: Sophie Hunger / Coimbra

Nunca é demais lembrar que hoje, em Coimbra, no Conservatório de Música (pela mão da A2C2) tem, em concerto, Sophie Hunger... Ela que anda por terras Lusas no âmbito do Misty Fest. É um concerto que onde deve marcar presença. Inserido, também, no "Quintas no Conservatório", programa de mérito da escola de música de Coimbra, e que já por aqui falamos, Sophie, compositora, multi-instrumentista (piano, blues harpa, guitarra) e cantora, natural de Berna - Suíça, traz ao Conservatório o seu trabalho "The danger of light" regado da sua voz muito doce. Sophie começou desde cedo a ouvir jazz, passou pela descoberta de R&B e, mais tarde, chega ao universo country, bluegrass e folk. Percurso que lhe dá uma segurança única, um estilo jazz-pop que tem o indie na bagagem. Hoje... apareça no Conservatório, em Coimbra. Bons sons!

Chef Rodrigo Oliveira / O Brasil à mesa da Herdade da Malhadinha Nova


A cozinha tradicional sertaneja é o prato forte de amanhã, dia 15 de novembro, no Restaurante da Adega, da Herdade da Malhadinha Nova, em Albernôa, Beja, no âmbito do International Gourmet Festival 2013 que decorre no Vila Joya, o boutique hotel de Albufeira. À mesa está a carta assinada por um dos chefs mais conceituados do Brasil e do mundo. Falamos de Rodrigo Oliveira, do restaurante Mocotó, em São Paulo, cujo nome se encontra na lista dos "50 Best Latin America", e que, esta sexta-feira, conta com a participação do chef consultor da herdade, o prestigiado Joachim Koerper. A harmonização é feita com o néctar dos deuses com a chancela da herdade.
Já agora, e uma vez que o fim de semana está à porta e o sol está de feição, que tal aceitar a sugestão da Herdade da Malhadinha Nova: uma Escapadinha com o chef Rodrigo Oliveira, que inclui um jantar volante no Country House brindados com a simpatia e a boa disposição de Joachim Koerper e do chef residente Bruno Antunes, um workshop de pão caseiro em forno de lenha, um show cooking com o chef consultor e Rodrigo Oliveira, uma sessão de cinema pelo mundo da gastronomia, entre outras agradáveis atividades. Bons motivos para desfrutar do sossego e da belíssima paisagem alentejana, e render-se a uma experiência gastronómica única como a Herdade da Malhadinha Nova tão bem sabe proporcionar. Recomendado!