O calor está aí, num verão abrasador, mas a moda já apresenta as suas próximas tentações para o Outono-Inverno 2013-14. A portuguesa GUAVA não foge à regra e lança novos e arrojados modelos. Hoje, apresentamos Indic da coleção Hemisfério. Um sapato que mantém a filosofia arquitetónica da marca com um salto de volumetrias futuristas e um padrão na pele geometrizado que enfatiza o lado da arquitetura, na marca. Tentada em ter este sapatinho na próxima estação?
09 julho 2013
Nova Coleção A|W 2013-14 / GUAVA
O calor está aí, num verão abrasador, mas a moda já apresenta as suas próximas tentações para o Outono-Inverno 2013-14. A portuguesa GUAVA não foge à regra e lança novos e arrojados modelos. Hoje, apresentamos Indic da coleção Hemisfério. Um sapato que mantém a filosofia arquitetónica da marca com um salto de volumetrias futuristas e um padrão na pele geometrizado que enfatiza o lado da arquitetura, na marca. Tentada em ter este sapatinho na próxima estação?
08 julho 2013
Third Reel / Trem Azul Store

Daqui a pouco, às 21h30, na Trem Azul Store, em Lisboa Third Reel em conversa seguido de uma Jam Session.
Um trio para quem o improviso é algo nato e o som jazz é expressividade, sensibilidade num mundo de contrastes musicais. Compositores trazem à sua primeira edição com a ECM um trabalho de sonoridades todas de sua autoria e que deve ser ouvido, pelos fiéis do jazz contemporâneo. Nicolas Masson (saxofonista de nome afirmado da cena jazz que já tocou com Kenny Wheeler ou Kris Davis), Roberto Pianca e Emanuele Maniscalo forma os Third Wheel que geram conversa e depois música - com Nicolas Masson (safone tenor) e Roberto Pianca (guitarra elétrica), mesmo daqui a pouco, em Lisboa. Se anda pela capital e a noite quente o chama a sair... a Rua do Alecrim n.º 21, Loja Trem Azul, é o spot mais que perfeito! Até já...
Teledisco: The Bridge Under Water
The Bridge Under Water é uma banda com ritmo que prende o ouvido pelos sons dos instrumentos peculiares que fogem à regra: Didgiridoo, Darbuka, Cabasa, Cajon, Dumba e Surdo junto com uma bateria, um baixo ou uma guitarra de 12 cordas. Eis a impressão imediata ao trabalho dos portugueses The Bridge Under Water. Nelson Dias (voz e guitarra), Ivo Santos (bateria e percussão), Kaki (bandolim e guitarra 12) e João Mendes (baixo e percussão). No EP de estreia com o nome da banda, quatro músicas com uma fusão instrumental que resulta num folk mediavalesco (bem sentido em momentos precisos), com linhas de música tradicional, mais um rock na voz e acordes; as quatros podem ser ouvidas no site da banda em www.thebridgeunderwater.com. Um EP a descobrir e um teledisco vencedor...
NOVA Shoe / Zaha Hadid & Rem D Koolhaas
These (shoes) were made for (dynamic) walking... E o desenho é gramática mais que estudada, sabida, memorizada... Zaha Hadid.
Zaha Hadid e Rem D Koolhaas da United Nude lançaram uma nova e limitada edição de sapatos de alta costura. NOVA Shoe combina a escolha de novos materiais e ergonomia com o dinamismo arquitetónico de Hadid para transmitir, mesmo aquando parado, a sensação de movimento constante. Sobre o desafio de trabalhar com Zaha Hadid, Rem D Koolhaas diz "Eu não podia resistir ao desafio de trabalhar com Zaha Hadid. Demos as nós próprios um grau de experimentação ímpar, recorremos às mais recentes ferramentas de desenho digital e técnicas de manufatura para criar o mais revolucionário dos sapatos já produzidos". Uma série de estrias justapostas para criar um efeito o mais dramático possível, com base na forma standard do sapato de salto, expressando e enfatizando as forças aplicadas no andar, num sapato com salto de 16cm, que parece não ter qualquer tipo de suporte. O materiais? Vinil com acabamento metalizado cromado, pele e fibra de vidro. Vai atrever-se a experimentar?
07 julho 2013
Exposição Videoarte 2013 / Fundação Portuguesa das Comunicações
05 julho 2013
The Naka Phuket / Tailândia
Com este calor abrasador só há um elemento que nos cativa: a água! Rumemos para Phuket, na Tailândia, para ficarmos no soberbo e novíssimo The Naka Phuket.
Um hotel que com suas volumetrias puras, de geometria elementar, retilínea, de arestas vivas e betão à vista aliado a pedra e madeira consegue um encaixe mais que perfeito numa paisagem que é, absolutamente, arrebatadora. Com assinatura de Duangrit Bunnag, perfeito no desenho e ambiente minimal, é um projeto de arquitetura ousada, com volumes que parecem flutuar sobre árvores, sobre o imenso areal; um refúgio tropical de excelência com 94 villas onde panos de vidro são regra, diluindo a fronteira interior exterior... permitindo um prolongamento da paisagem até ao seu refúgio privado.
Sim, a piscina que vê na imagem é parte deste complexo, com desenho de bordadura oculta para criar o já conhecido efeito de piscina infinita cujo limite se confunde com as águas daquele mar, ali, tão apetecível. Às 94 villas e esta magnífica piscina temos de juntar um sofisticado Spa com vistas para a densa floresta que envolve o Naka Phuket e também para o mar de Andaman; um café no terraço onde o olhar se perde no infinito azul; percursos trilhados para passeios na floresta... E começam a faltar as palavras porque nos perdemos na imagem.
Um Design Hotels a que não vai conseguir resistir muito tempo... Vamos até Phuket?
A natureza no Festival das Artes / Coimbra
Música, Artes Plásticas, Artes do Palco, Conferências, Cinema, Gastronomia e Educativo. Eis os nomes dos ciclos que constituem a programação cultural de excelência da 5.ª edição do Festival das Artes sob o tema Natureza. Assim, a beleza natural de Coimbra, a vetusta cidade dos estudantes, é enaltecida nas várias áreas artísticas de intervenção. No dia de abertura do evento é apresentada a exposição "Território comum, Imagens do inquérito à arquitectura regional portuguesa, 1955-1957", patente no CAV (Centro de Artes Visuais) de 13 de julho a 29 de setembro. O ciclo das Artes Plásticas propõe ainda a inauguração da exposição “Marcas (in)visíveis” ou a queda numa trama de dupla exposição, no ciclo de Artes Plásticas de Coimbra, e uma visita comentada por Jorge Alarcão à exposição organizada pelo Museu Municipal de Coimbra, sob o título "As pontes de Coimbra que se afogaram no rio”, no Edifício Chiado.
Sobre o ciclo das Artes do Palco, destacamos o espetáculo de dança contemporânea da Companhia Nacional de Bailado, "A Sagração da Primavera", com coreografia de Olga Roriz, no Teatro Académico Gil Vicente. Por sua vez, o ator João Reis leva ao palco do Anfiteatro da Colina de Camões o "Sermão de Santo António aos Peixes", de autoria de Padre António Vieira. Passemos, então, ao ciclo da Gastronomia interpretado por pelos chefs Albano Lourenço, José Cordeiro e Joachim Koerper, que promovem um workshop na Quinta das Lágrimas. A reservar.
A programação integra ainda duas sessões inerentes à sétima arte: A exibição de "O jardineiro do sol", para os mais novos, enquanto os mais velhos podem participar no workshop de escrita com o escritor Mário Cláudio. Na vertente musical, o ciclo da Música leva, à Quinta das Lágrimas, a Orquestra Clássica do Centro, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra de Câmara Portuguesa, o Concerto da Juventude da Orquestra de Sopros da Associação Académica de Coimbra e o Recital de Piano de António Rosado. Os fins de tarde embarcam, por seu lado, um rumo diferente no Mondego, a bordo do Basófias, com bons sons da música jazz. Mas há muito mais para ver e ouvir. De 16 a 23 de julho. Em Coimbra. A ir!
Noites de verão / Museu do Chiado
Começam hoje as "Noites de Verão" no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa. Um ciclo de concertos inserido no programa "Lisboa na Rua - Com'Out Lisbon 2013", concertos que se vão realizar todas as sextas feiras de julho e agosto, pelas 19h30, sempre com entrada gratuita, no Jardim das Esculturas, do Museu. Assim tem:
5 de julho: Lula Pena / fadista lisboeta, com singular abordagem à canção popular global, voz com casa na Europa e no Brasil;
12 de julho: Carlos "Zingaro" + Carlos Santos / Carlos "Zingaro" violinista contemporâneo peça fundamental na música experimental e improvisada; colaborou com nomes como Evan Parker, Keith Rowe, Fred Frith... Carlos Santos estudou pintura com António Sena, mas a música eletrónica live, manipulação de gravações de campo e found sonds. Um concerto para violino com processamento eletroacústico em tempo real;
19 de julho: Aldina Duarte / Um mundo do fado que entende, como poucos, a dimensão da tradição do fado, com uma voz intensa e fados escritos por amigos ou por mão própria;
26 de julho: J Braima Galissá / Nascido numa família de griots da cultura mandinga é um puro embaixador da música da Guiné-Bissau, foi responsável e compositor do Ballet Nacional da Guiné-Bissau; domina kora (professor na Escola Nacional de Música José Carlos Schwarz) e a harpa africana de 22 cordas como ninguém;
2 de agosto: Manuel Mota e Afonso Simões / Duo de guitarra elétrica e bateria, desenvolvendo e buscando novas formas de expressão na música improvisada. Manuel Mota é versado em guitarra elétrica e acústica, reconhecido e nato nos blues e jazz. Afonso Simões é baterista e compositor dos Gala Drop com som editado no campo da eletrónica e trabalho com sintetizadores;
9 de agosto: Guilherme da Luz / Na música fez o caminho de um auto-didata por convicção na liberdade de processos, traduzindo a sua música como uma viagem cósmica flutuante, com os seus sintetizadores, teclados, percussão e guitarras, a solo ou em formato banda completa;
16 de agosto: Tó Trips / Co-fundador dos Lulu Blind e dos Dead Combo, Tó Trips é registo de música crua, cheia, generosa, carregada de alma musical. Guitarrista do melancólico e do luminoso, transforma em música sentida o seu ser português de apaixonado por viagens reais, íntimas, imaginárias e (im)possíveis;
23 de agosto: Mû / Um cantautor da Guiné-Bissau, sediado em Barcelona. O seu trabalho vai do gospel ao jazz-fusão, no jazz com o trio qbamba como vocalista e percussionista; e tem o fascínio pela música Balanta - do grupo étnico da Guiné-Bissau, que o conduziu ao domínio da harpa de 25 cordas;
30 de agosto: JP Simões / Guitarrista dos Pop Dell'Arte, vocalista dos Belle Chase Hotel e agora JP Simões a solo, destaque na música contemporânea portuguesa. Escreve contos, letras de canções, argumentos para cinema; participou ativamente como músico e ator em filmes e não esqueçamos o seu libreto "Ópera do Falhado". Agora, apresenta o seu último trabalho "Roma", um álbum seguro de bebe de várias influências.
Muita música, um espaço, numa cidade. Anote na agenda e apareça! Música + Verão = Bom programa...
Na piscina... com Patricia Urquiola / B&B
Com este calor só temos uma imagem na cabeça: piscina com chaise longue. Para hoje, escolhemos Canasta de Patricia Urquiola para a B&B Italia. Porquê?... Porque é de linhas simples e singulares, com uma padrão geométrico que lhe confere leveza e porque gostamos de bom e confortável design.
Até já, à beira da piscina...
04 julho 2013
Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens (1922) / F.W. Murnau
A sugestão desta semana é um dos filmes que marcaram a história do cinema. Em diversos aspectos, "Nosferatu" ou o seu nome original "Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens de F.W. Murnau", de 1922 – o cinema alemão no seu melhor. Argumento adaptado a partir da obra de Bram Stocker Drácula, embora com o nome dos personagens e lugares alterados, pois os herdeiros da obra de Stocker não autorizaram a adaptação ao cinema de Drácula.
Murnau, um dos realizadores mais importantes da era do cinema mudo e do cinema expressionista alemão, cria uma obra desconcertante neste Nosferatu, com o actor Max Schreck a encarnar o Conde Orlock, e um jogo magistral de luz e sombras. Uma densidade sufocante neste filme. Murnau consegue várias das mais belas sequências do cinema mundial, as quais, ainda hoje, perduram no imaginário de muitos cinéfilos. E consegue, com Nosferatu, transfigurar o vampiro; isto é, com o actor Max Schreck, Nosferatu é isso mesmo, o Vampiro, não existe a ocultação da natureza maligna do vampiro. Murnau consegue ser a síntese estética do horror, o horror expressa-se em si e para si, com Nosferatu. Poderia escrever mais umas palavras sobre este fabuloso clássico do cinema, mas somente direi isto: "Os fantasmas da noite parecem reviver das sombras…" Sugestão de visionamento: Ver o filme em silêncio no escuro. Ouvir, com atenção, a banda sonora e a narrativa… é um filme mudo.
Por Hernâni Duarte Maria
NOOR / Mouraria Light Walk
E que tal passear pelo Bairro da Mouraria à noite? NOOR - Mouraria Light Walk é o desafio para fazer um percurso de arte e luz, pela Mouraria, à noite. NOOR, que significa luz em árabe, é uma iniciativa que assenta nas origens históricas da Mouraria, um dos primeiros guetos muçulmanos da Europa, que construída de costas voltadas para o rio Tejo, sem sol grande parte do dia, viu suas ruas e ruelas a acabarem por se tornar espaço de vida boémia. Esta intervenção, nesta zona lisboeta, baseada em efeitos de luz, convida-nos a ver uma Mouraria de uma perspectiva diferente com diálogos de dimensões que só a luz nos dá, deste bairro popular, tradicional e multicultural.
O percurso estará divido em três momentos ligados a elementos chave do património material e imaterial do bairro, enriquecidos com intalações e intervenções de artistas plásticos convidados para a ocasião, igrejas que estarão abertas durante as noites da passeata e o Largo da Rosa receberá concertos, Y-jamming, laser graffiti e um espaço lounge. O percurso a saber: Martim Moniz, Rua da Mouraria, Rua do Capelão, Largo da Severa, Rua da Guia, Rua Marquês Ponte de Lima, Largo da Rosa, Largo dos Trigueiros, Rua de São Cristóvão e Rua do Regador. São três noites, de 18 a 20 de julho, dedicadas à arte, à cultura e à luz na Mouraria, três noites mágicas num dos bairros emblemáticos de Lisboa. A não perder!
Em concerto: GNR / "Afectivamente"
Incontornáveis no rock português. "Efectivamente" sempre irreverentes desde há 30 anos, os GNR abrem a sua época de concertos com três subidas ao palco com "Pronúncia do Norte", só para começar, para apresentarem "Afectivamente".
Dia 6 de julho / Casino da Póvoa / Póvoa do Varzim;
Dia 13 de julho / Festas do Concelho de Vila Nova de Frades;
Dia 19 de julho / Festas de Carcavelos.
Se nunca ouviu esta trupe ao vivo em "Dunas" ou palcos, está na hora! E não gastemos mais "Saliva" a falar destes veteranos da música portuguesa, é hora de anotar na agenda estes concertos e, em breve, mais datas vos diremos... 30 anos a "rockar" com músicas e letras inconfundíveis, que voltam aos palcos!
Está aberta a época dos terraços!
O Penha Longa Resort, em Sintra, está prestes a abrir os seus terraços para inaugurar a chegada do verão. Falamos do Arola, il Mercato, Aqua e B Lounge, cada um com vistas deslumbrantes para uma paisagem onírica, que garantem finais de tarde únicos, que convidam a preguiçar e a saborear as novas iguarias. A título de exemplo, fica a recomendação: as tapas, do Arola, e os petiscos, do Aqua. Para desfrutar a partir de amanhã, dia 5 de julho. Quem vai?
03 julho 2013
Mutante 17
Caro leitor,
É com enorme prazer que lhe fazemos chegar a Mutante 17.
Nesta edição vai encontrar:
MOVE / Lyon • Üva de mesa Made in Portugal • Convento dos Capuchos
UNIQUE / Charcutaria Lisboa • Paulino Spectacles • Short Stories by Sandra Nobre
TRENDY / OitoemPonto • Mambo & ETTERO • Blue Journey
ART / Luísa Sobral • Hernâni Duarte Maria • Gonçalo Ribeiro Telles • Liliana Bernardo
NEW / Hotel Mama Shelter Lyon • Lloyd Cole
TODAY / Miguel Vieira • Gira Dança • Paulo Laureano
EXPERIENCE / Hotel Altis Belém • Chef Cordeiro - Feitoria • Herdade do Amarelo
Para visualizar clique aqui. Boas leituras!
Com os melhores cumprimentos,
Equipa Mutante
Para júbilo dos amantes do chocolate
A hora do almoço já se avizinha, por isso recomendamos para hoje o Flores do Bairro, em Lisboa, que apresenta uma nova sobremesa refrescante que fará as delícias dos amantes do chocolate. Senão vejamos: Pudim, mousse, ganache e suspiros de chocolate. Uma deliciosa composição criada pelo chef Vasco Lello e à qual foi dada o nome de Jubileu de chocolate. O doce resultado da parceria do restaurante do Bairro Alto Hotel com a histórica empresa portuguesa Imperial detentora da marca Jubileu. Vai resistir?
Espaços com memórias em debate / Atelier-Museu Júlio Pomar
Os arquitetos Álvaro Siza Vieira, João Luís Carrilho da Graça, João Mendes Ribeiro e Ricardo Carvalho vão estar à conversa este sábado, dia 6 de julho, às 15 horas, no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa. O debate, comissariado e moderado por Nuno Grande, incide nos problemas e desafios que se colocam ao projetar espaços museológicos em lugares originalmente dedicados a outras funções, no âmbito do ciclo de conferências "Museu Okupa – Museus que ocupam espaços com memórias" organizado pelo Atelier-Museu Júlio Pomar. A ir.
Melissa + Karl Lagerfeld / A seus pés…
O visionário, eclético e icónico Karl Lagerfeld aceitou o desafio da Melissa: criar dois modelos exclusivos e reinterpretar outros dois. No alinhamento estão o très chic Melissa Ginga e o guloso Incense, a estética futurista da Melissa Glam e a feminilidade da Melissa Melíssima. Quatro modelos reveladores do savoir faire do designer de moda que, pela primeira vez desenhou sapatos inteiramente feitos em pvc, uma parceria que irá continuar por mais quatro coleções. Preparadas para a coleção de inverno de 2013?
02 julho 2013
Midori For sushi lovers
A parede envidraçada oferece o enquadramento magistral para uma paisagem dominada pelo verde da serra e as cores vivas do jardim. Perfeito para um almoço descontraído ou… Ler +
Cerveja de Café... Arrisca?...
Há tempos revelamos uma garrafa de sake desenhada pela japonesa nendo. Pois bem, hoje apresentamos algo bem mais curioso para quem faz da cerveja um ritual bem apetecido. A nendo desenhou uma garrafa para uma cerveja de café a Coffee Beer, da produtora de sake e cerveja Sekinoichi. Se for amante do café e fiel à cerveja, ou vice versa, quiçá seja esta uma solução... dois amores num só gole. O líquido que convidamos a experimentar é conseguido pela adição de grãos de café à cerveja durante o processo de fermentação, resultando daí uma cerveja enriquecida, com travo amargo e rico, graças ao café.
A nendo desenhou a Coffee Beer em estreita colaboração com a Anchor Coffee, situada em Kesennuma e com a Sekinoichi, situada em Ichinoseki, pequenas cidades destas produtoras de café e cerveja, respetivamente, totalmente devastadas com o terramoto e tsunami de 2011. Assim, esta curiosa bebida é um projeto de solidariedade, de angariação de fundos, para ajuda humanitária. Para manter o baixo custo da bebida, a garrafa é já modelo existente em fábrica tendo a nendo desenhado apenas o que as decora... o simples rótulo no gargalo e os delicados e minimais grãos de café de contorno dourado, todos aplicados à mão, tornando cada garrafa única. É uma garrafa tipo de cerveja, decorada com grãos de café e que lá dentro guarda uma bebida assaz curiosa... o dourado da cerveja enriquecido com o negro do café. Vai atrever-se a experimentar? Gostaria de ver por cá Coffee Beer?
01 julho 2013
New Releases by Clean Feed / Jazz
Joe McPhee - "Sonic Elements" / É o oitavo álbum a solo do músico, sempre com algo novo a acrescentar à sua música com saxofone tenor, aqui a surpreender com o trompete de bolso... "Sonic Elements" é a clara homenagem a Don Cherry, trompetista fora de série e o seu periodo com o singular saxofonista Ornette Coleman. Para relembrar os inícios de free Jazz numa relação perfeita com os blues. Mixed and mastered by Luís Delgado; Produced by Joe McPhee;
Mark Dresser Quintet - "Nourishments" / Com Rudresh Mahanthappa - alto saxofone, Michael Dessen - trombone, Danman Maroney - hyperpiano, Mark Dresser - double bass, Tom Rainey - bateria (1,2,3,5), Michael Sarin - bateria (4, 6, 7). Free Jazz, q.b. de improviso, nova música obrigatória. É a primeira gravação em quinteto de Mark Dresser em quase 20 anos, criando um jogo de improvisos onde o belo improvável acontece ligado pela música e emoção. Mixed and Mastered by Joe Branciforte; Produced by Mark Dresser;
Nate Wooley Sextet - "(Sit in) The Throne of Friendship" / Provavelmente um dos melhores trompetistas que se pode ouvir na atualidade é também compositor e no seu sexteto faz uma combinação incomum e perfeita - trompete (Wooley), bass clarinet doubling com saxofone barítono (Josh Sinton), tuba (Dan Peck), vibraphone (Matt Moran), baixo (Eivind Opsvik) e bateria (Harris Eisenstadt). Um trabalho contra-corrente estruturado, executado com mestria e uma sensibilidade exquisite. Mixed by Bojan Vuletic; Mastered by Kai Blankenberg; Produced by Nate Wooley;
Susana Santos Silva, Torbjörn Zetterberg - "Almost Tomorrow" / Uma dupla que opta pelo inédito para si e explora ao limite o diálogo entre um trompete e um contrabaixo, quase numa experimentação científica de teor Jazz. Uma conversa de sons cúmplice e despretensiosa, coesa e intimista, para ouvir sem paragens. Mixed by TZ; Mastered by Luís Delgado; Produced by SSS & TZ.
Trumpets and Drums - "Live in Ljubljana" / Nate Wooley (trompete), Peter Evans (trompete), Jim Black (bateria e eletrónica), Paul Lytton (bateria e percussão). Dois trompete e um par de baterias. Wooley e Evans, habituados a tocar juntos aliam-se a Black e Lytton que tocam pela primeira vez juntos. Wooley faz um dueto com Lytton e Evans um trio com os dois bateristas de serviço. "Trumpets and Drums" não se trata de uma batalha de músicos, mas de um despique perfeito pelo inesperado som Jazz com exímios executantes. Mixed and mastered by Luís Delgado; Produced by Trumpets and Drums.
São cinco álbuns, todos com o carimbo da Trem Azul e design de Travassos. A ter, para quem este Jazz lhe enche os dias!
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