A parede envidraçada oferece o enquadramento magistral para uma paisagem dominada pelo verde da serra e as cores vivas do jardim. Perfeito para um almoço descontraído ou… Ler +
02 julho 2013
Midori For sushi lovers
A parede envidraçada oferece o enquadramento magistral para uma paisagem dominada pelo verde da serra e as cores vivas do jardim. Perfeito para um almoço descontraído ou… Ler +
Cerveja de Café... Arrisca?...
Há tempos revelamos uma garrafa de sake desenhada pela japonesa nendo. Pois bem, hoje apresentamos algo bem mais curioso para quem faz da cerveja um ritual bem apetecido. A nendo desenhou uma garrafa para uma cerveja de café a Coffee Beer, da produtora de sake e cerveja Sekinoichi. Se for amante do café e fiel à cerveja, ou vice versa, quiçá seja esta uma solução... dois amores num só gole. O líquido que convidamos a experimentar é conseguido pela adição de grãos de café à cerveja durante o processo de fermentação, resultando daí uma cerveja enriquecida, com travo amargo e rico, graças ao café.
A nendo desenhou a Coffee Beer em estreita colaboração com a Anchor Coffee, situada em Kesennuma e com a Sekinoichi, situada em Ichinoseki, pequenas cidades destas produtoras de café e cerveja, respetivamente, totalmente devastadas com o terramoto e tsunami de 2011. Assim, esta curiosa bebida é um projeto de solidariedade, de angariação de fundos, para ajuda humanitária. Para manter o baixo custo da bebida, a garrafa é já modelo existente em fábrica tendo a nendo desenhado apenas o que as decora... o simples rótulo no gargalo e os delicados e minimais grãos de café de contorno dourado, todos aplicados à mão, tornando cada garrafa única. É uma garrafa tipo de cerveja, decorada com grãos de café e que lá dentro guarda uma bebida assaz curiosa... o dourado da cerveja enriquecido com o negro do café. Vai atrever-se a experimentar? Gostaria de ver por cá Coffee Beer?
01 julho 2013
New Releases by Clean Feed / Jazz
Joe McPhee - "Sonic Elements" / É o oitavo álbum a solo do músico, sempre com algo novo a acrescentar à sua música com saxofone tenor, aqui a surpreender com o trompete de bolso... "Sonic Elements" é a clara homenagem a Don Cherry, trompetista fora de série e o seu periodo com o singular saxofonista Ornette Coleman. Para relembrar os inícios de free Jazz numa relação perfeita com os blues. Mixed and mastered by Luís Delgado; Produced by Joe McPhee;
Mark Dresser Quintet - "Nourishments" / Com Rudresh Mahanthappa - alto saxofone, Michael Dessen - trombone, Danman Maroney - hyperpiano, Mark Dresser - double bass, Tom Rainey - bateria (1,2,3,5), Michael Sarin - bateria (4, 6, 7). Free Jazz, q.b. de improviso, nova música obrigatória. É a primeira gravação em quinteto de Mark Dresser em quase 20 anos, criando um jogo de improvisos onde o belo improvável acontece ligado pela música e emoção. Mixed and Mastered by Joe Branciforte; Produced by Mark Dresser;
Nate Wooley Sextet - "(Sit in) The Throne of Friendship" / Provavelmente um dos melhores trompetistas que se pode ouvir na atualidade é também compositor e no seu sexteto faz uma combinação incomum e perfeita - trompete (Wooley), bass clarinet doubling com saxofone barítono (Josh Sinton), tuba (Dan Peck), vibraphone (Matt Moran), baixo (Eivind Opsvik) e bateria (Harris Eisenstadt). Um trabalho contra-corrente estruturado, executado com mestria e uma sensibilidade exquisite. Mixed by Bojan Vuletic; Mastered by Kai Blankenberg; Produced by Nate Wooley;
Susana Santos Silva, Torbjörn Zetterberg - "Almost Tomorrow" / Uma dupla que opta pelo inédito para si e explora ao limite o diálogo entre um trompete e um contrabaixo, quase numa experimentação científica de teor Jazz. Uma conversa de sons cúmplice e despretensiosa, coesa e intimista, para ouvir sem paragens. Mixed by TZ; Mastered by Luís Delgado; Produced by SSS & TZ.
Trumpets and Drums - "Live in Ljubljana" / Nate Wooley (trompete), Peter Evans (trompete), Jim Black (bateria e eletrónica), Paul Lytton (bateria e percussão). Dois trompete e um par de baterias. Wooley e Evans, habituados a tocar juntos aliam-se a Black e Lytton que tocam pela primeira vez juntos. Wooley faz um dueto com Lytton e Evans um trio com os dois bateristas de serviço. "Trumpets and Drums" não se trata de uma batalha de músicos, mas de um despique perfeito pelo inesperado som Jazz com exímios executantes. Mixed and mastered by Luís Delgado; Produced by Trumpets and Drums.
São cinco álbuns, todos com o carimbo da Trem Azul e design de Travassos. A ter, para quem este Jazz lhe enche os dias!
29 junho 2013
Novos sabores / Casa de Chá de Serralves
Para refeições sem hora marcada, a Casa de Chá de Serralves, no Porto, apresenta novos sabores nas refeições ligeiras. A saber: Paio e mostarda de mel ou Queijo fresco, tomate cherry e pesto de avelãs, ambas em pão com sementes de papoila. Em pão de sêmea multicereais a escolha recai entre Queijo da Ilha, agrião, pêra grelhada e bacon crocante ou o Peito de frango fumado, courgette grelhada e maionese de wasabi. Para apetites maiores, sugerimos Pão pita com sementes de funcho, recheado de salmão curado com queijo creme, alfaces e alcaparras ou de Rosbife, rúcula e doce de tomate com malagueta. A lista de novidades integra ainda saladas e sopas, sobretudo cremes frios, tão apetecíveis neste verão bem quente. Nas demoradas tardes de chá sob as glicínias experimente o chá Príncipe Encantado, uma agradável mistura de rooibos com laranja, caramelo e baunilha ou o menu Chá das Cinco, servido de terça a sexta, o qual pode incluir o chá do dia, scones caseiros com compotas, manteiga ou mel, bolos caseiros à fatia, as bolachas aveianas ou um toque de pastelaria francesa, com os macarons da Manuelyne. Tudo com a assinatura de Patrícia Sá, com o The Yeatman no currículo. Mas há mais surpresas! A descobrir na próxima ida ao Porto. Quando vão?
“O Espiritual no Desenho” com Fernanda Lamelas na Sicília
A Sicília foi o destino escolhido para mais um retiro
de “O Espiritual no Desenho”. A viagem foi feita com escala
em Roma, onde algumas pessoas se juntaram ao grupo. Desenhei alguns pormenores, para iniciar o caderno que nos foi oferecido, e que foi feito de propósito pela Ketta, para este encontro. É sempre uma grande responsabilidade manchar uma folha branca, pelo menos eu sinto isso… Ler +
Jazz & Wine / A combinação perfeita
Gastronomia e vinho rimam com… jazz. Momentos de puro prazer para quem aprecia a boa comida, os néctares dos deuses do Douro e o melhor da música. A norte. Falamos da 1.ª edição do Festival Jazz & Wine. Jantar Pentatónico (6.ª / 30 euros), Jantar em Sol (sábado / 30 euros) e Jantar after Jazz with Wine (domingo / 40 euros), este último com um menu assinado pela dupla de chefs Filipe Moreira (Cais da Villa), e Vitor Matos (Casa da Calçada), são os momentos altos do evento, bem como as viagem de improvisos e sonoridades no idioma jazzístico, com a duração de três dias (5, 6 e 7 de julho), no restaurante, wine house e lounge Cais da Villa, "erguido" num antigo armazém de caminhos de ferro, edifício histórico com mais de 100 anos junto à antiga estação de comboios de Vila Real. A abertura está agendada para as 17 horas de 5 de julho. Para reservar, basta fazê-lo através de club@caisadavilla.com ou pelo 919 295 788. Quem vai?
28 junho 2013
Reserve este momento / Monte da Ravasqueira
Porque apetece terminar esta tarde soalheira a saborear um bom vinho, experimentemos Monte da Ravasqueira Reserva Branco 2012. Um néctar dos deuses de cor citrina, brilhante e esverdeada, resultante das castas brancas Viognier e Alvarinho que potenciam, na prova, um sabor fresco e mineral, cheio de textura especiada, mas sempre com a mesma sensação varietal que se sente no nariz, e notas de goiaba, transmitindo elegância. Aos apreciadores de um bom tinto, sugerimos Monte da Ravasqueira Reserva Tinto 2011, distinguido no Concurso Mundial de Bruxelas, no Sommelier Wine Awards e no Les Citadelles du Vin. É produzido a partir das castas Syrah e Touriga Nacional, de cor densa, encarnada escura e opaca, e um aroma intenso de mirtilos e framboesas, massa pão, confeitaria e especiarias. Na prova revela-se mineral, com barrica muito bem integrada, notas de chocolate preto, groselha preta e floral; e evidencia notas de liquorice com taninos densos. Eis os primeiros Reserva do Monte da Ravasqueira, cujos vinhos se juntaram ao portfolio do Grupo Pernod Ricard no início de 2013. Brindemos!
Vamos dormir ao Museu? / Coimbra
Sem grandes rodeios vamos diretos ao assunto. Que tal levar os mais pequenos a passar uma noite no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra? Situado no primeiro laboratório de química construído em Portugal, e agora Património Mundial da Unesco, o Museu da Ciência abre, no dia 6 de julho, o seu espaço para uma noite especial dedicada à ciência, para crianças entre os 7 e os 11 anos. Equipamento obrigatório? Saco de cama! Entre as 21h00 e as 9h00, deixe os seus mais pequenos entregues ao conhecimento e à descoberta científica.
Two.Six / Design Nacional
Swithy é nacional, é um banco (ou mesa de apoio) e é do Two.Six Studio. Não é só mobiliário, é escultura também. Tem formas sinuosas, arredondadas e cintura fina, com cinto a enfatizar a elegância. É uma quase ampulheta que se inspira nas curvas do corpo feminino. É imperfeito de tanta perfeição que até nos materiais prima pela qualidade: madeira maciça, cujos veios dão a desejada imperfeição (natural); burel em três cores, que traz à peça maior valor pela tradição artesanal portuguesa, com este tecido em lã. Peça de uma simplicidade sofisticada para no seu espaço viver... Que tal?
FUSING / Cartaz bem alinhado...
Eis o cartaz com as bandas que vão dar som à Figueira da Foz, no FUSING Culture Experience. Sonoridades de várias influências, de estilos diversos que prometem não vos deixar insatisfeitos. Nomes como Noiserv, Linda Martini, We Trust, Pensão Flor, The Glockenwise, :Papercutz,... entre 1 e 4 de agosto, na cidade-praia da Figueira da Foz. Tomem nota na vossa agenda e apareçam! Até lá...
TAPE JUNk / Quiosque Time Out
Hoje, sexta feira de 28 de junho, onde vai estar à noite? Se ainda não sabe bem onde ir, sugerimos o Quiosque Time Out, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, pois por lá vão estar a apresentar o seu novo álbum de originais os TAPE JUNk. "The Good & The Mean" é o mais recente trabalho de João Correia (conhecido como vocalista dos Julie & The Carjackers ou como baterista de Márcia, Frankie Chavez, Walter Benjamin) e apresenta-se com sonoridades que entram facilmente no ouvido, que deixam tocar a "tape" do início ao fim, sem encravar. Um álbum equilibrado entre músicas mais ritmadas como "No Romance Without Finance" e toadas mais serenas como "Ain't no Shame in my Game". Em cada música uma boa aliança de intrumentos, como a guitarra de Bruno Pernadas em "Under my Feet" onde a percussão bem presente introduz ritmos bem marcados. São um rock muito indie, são um alternativo com som folk de fundo. Gravado por Nelson Carvalho, nos estúdios da Valentim de Carvalho, produzido por João Correia e António Vasconcelos e download gratuito no site da Optimus Discos, vai agora animar a noite de hoje, em Lisboa. Que tal este programa?
Fotografia © Rita Ladeira.
27 junho 2013
Nova prancha ecológica / Surfamos?
A costa portuguesa está mais trendy este verão. Falamos da nova prancha de surf ecológica made in Portugal criada por um jovem estilista de Aveiro de nome Celsus, que alia a moda à cortiça e ao design, tendo o mar como pano de fundo. O produto final resulta de uma parceria com a Amorim CorK Composites e a White Banana, marca que desenvolve material de surf. Além da cortiça, que contribui para a absorção da trepidação causada pelas ondas, é usado EPS no núcleo, resina ecológica BIO-RESIN e aproveitamento de bambu para as quilhas, o que torna a prancha 100 por cento ecológica, com um acabamento manual e personalizado. À medida do seu gosto. O modelo encontra-se em exposição na loja PortoSigns, no coração da cidade invicta, podendo ser adquirido mediante reserva. Em breve, a prancha irá navegar por esses mares fora… com a ISPO Munich 2014, a maior feira do mundo de desporto e moda na calha. Curiosos?
Os Moonspell lançam feitiço sobre a cidade / Festas de Lisboa'13
Beatriz Nunes, Carlos Maria Trindade, Pedro Ayres Magalhães, dos Madredeus. O mestre da Guitarra Portuguesa, António Chainho. A cantora holandesa, ex-The Gathering, Anneke Van Giersbergen. O grupo de bellydance gótico Ignis Fatuus Luna. Todos sobem ao palco para um concerto memorável sob um véu de misticismo e surpresa, numa noite de celebração da cidade das sete colinas: Moonspell – Lisboa sob o feitiço da Lua. A reconhecida banda portuguesa apresenta, assim, uma versão expandida do espetáculo Sombra ao lado do quinteto/tributo de violoncelos e percussão Opus Diabolicum e das já habituais Crystal Mountain Singers, o momento alto das Festas de Lisboa'13. A acontecer este sábado, dia 29 de junho, às 22 horas, na Torre de Belém. A entrada é livre. Ainda com desculpas para faltar?
Zaha Hadid + Swarovski = Prima
A Swarovski desafiou Zaha Hadid a criar uma instalação para celebrar os 20 anos do seu primeiro projeto, na Alemanha - Weil em Rein, a Fire Station no Vitra Campus. A instalação foi batizada de "Prima" e não precisa de legenda... é um nítido prolongamento do corpo arquitetónico de Hadid, é traço inconfundível dela. Cinco peças angulosas, altamente polidas, que podem ser reagrupadas em diferentes configurações, colocadas à entrada do aniversariante, como reflexo honroso do processo de concepção do edifício. Com base nos desenhos originais de Zaha Hadid, para o Vitra Campus, esta instalação reafirma as dinâmicas geométricas da arquitetura Hadid, que no início já falavam do presente, e permite ao visitante um sentir mais orgânico da genialidade da primeira mulher a ganhar um Pritzker, tendo "Prima" área de assento para se usufruir de um arquitetura fora de série; à noite a instalação ganha nova vida com a iluminação LED que no pavimento desenha novas geometrias e nas próprias peças lhes desenha novas dimensões.
E antes de rumar à Alemanha, para ver esta instalação de um passado com futuro no traço, que tal reler o artigo sobre Zaha Hadid na Mutante 16?...
Fotografia © Helene Binet.
O sul de África invade Lisboa
Música, cinema, teatro e dança do sul de África invadem a Fundação Calouste Gulbenkian, o Teatro São Luiz e o Teatro do Bairro, em Lisboa, no âmbito da programação do Próximo Futuro.
Esta semana chega a música elétrica da Tanzânia, com os Jagwa Music, os principais intérpretes do estilo “mchiriku”, agendado para 28 de junho, às 22 horas, no anfiteatro ao ar livre da Gulbenkian. No mesmo espaço prossegue o ciclo de cinema Mzansi – The Reel South Africa, maracado por sessões de filmes de realizadores sul-africanos de ficção, não-ficção e filmes experimentais. Para ver até 4 de julho, sempre às 22 horas.
Por sua vez, o Teatro São Luiz abre as portas, nos dias 29 e 30 de junho, às 21 horas, à companhia de dança moçambicana Horácio Macuácua apresentada em sessão dupla, com "Orobroy, Stop!" e "Smile, If you can". No Jardim de Inverno deste edifício dedicado ao teatro os ponteiros do relógio apontam, às 23 horas, de 29 de junho, "Outra Hora da Estrela", o resultado da adaptação ao palco do livro homónimo de Clarice Lispector, onde a literatura se une à música para recontar a história e recriar a atmosfera de um dos textos mais envolventes da autora brasileira. Ainda no São Luiz, às 21 horas de 7 de julho, estreia a peça "África Fantasma II", de João Samões, onde o continente se transforma num lugar de representações imaginárias…
Mas vamos recuar um pouco no tempo, até às 22 horas de 5 e 6 de julho, com "Velório Chileno", uma peça de teatro do repertório contemporâneo chileno, que põe em cena a comemoração do golpe de estado de Pinochet por dois casais. No dia seguinte, a 7 de julho, os Konkoma, um projeto que mistura afro-funk, jazz, soul e ritmos tradicionais africanos, com músicos do Gana e do Reino Unido sobem, às 19 horas, ao palco do anfiteatro ao ar livre da Gulbenkian. Duas semanas a anotar na agenda. A ir!
Na Foto: Jagwa Music
Nendo for Tod's
26 junho 2013
Murdering Tripping Blues / Single is out!
A ouvir no nosso facebook!
Nova carta de verão / Feitoria
Lagostins com espargos brancos e caviar Osetra, para começar. Depois, robalo com bivalves, pepino e água de percebes, um caldo leve e delicioso, que nos transporta para oriente… Da terra, chega-nos borrego alentejano com legumes mediterrâneos, como um marco da presença portuguesa no norte de África. No fim deliciamo-nos com a Feira Popular, uma reinterpretação das memórias de infância do chef João Rodrigues, que assina a carta de verão do Feitoria, do Altis Belém Hotel em Spa, em Lisboa. Um restaurante com alma, onde o melhor da cozinha portuguesa se funde com as influências vindas de Africa, do Oriente e das Américas. Vá e experimente as novas iguarias criadas sob a consultoria gastronómica do chef José Cordeiro, sem esquecer os três menus de degustação com três e cinco pratos, e o Grand menu, assim como o Menu Criativo, para quem desejar ser surpreendido. Uma vez que o calor teima em ficar, que tal jantar na esplanada? Fica a sugestão. Bom apetite!
1º Festival de Verão de Coimbra / 2013
Coimbra recebe, nos primeiros sete dias de julho, o seu I Festival de Verão com a originalidade de o palco estar sobre as águas do Mondego. A cidade dos estudantes, agora na rota do Património Mundial da UNESCO, vai ouvir Paulo Gonzo, Ana Moura, Deolinda, José Cid, Pensão Flor, Luís Represas, Gal Costa, Tito Paris... Sons que querem deixar boa marca no primeiro de muitos festivais, de muitos verões. A colocar na agenda, a ir a todos ou só a alguns. Já sabe quem vai ver e ouvir?
Infinity / Sarah Frances / The Oitavos
As emoções fortes desencadeiam uma visão desprovida de vocábulos emergente no abstrato, que conflui no conceito metafórico da essência, a vida, reservada a um espaço e um tempo infinito. Assim é "Infinity", a exposição de Sarah Frances, no The Oitavos, o hotel erguido nas dunas da Quinta da Marinha, em Cascais, cuja inauguração tem data marcada para esta sexta-feira, 28 de junho, na companhia dos sons da dupla "Vermelho", com o Dj Jonny Cooltrane e o acordeonista Nuno Salvado, pois é dia de The Oitavos Beats. O mote perfeito para ouvir bons sons num fim de tarde de verão e, ao mesmo tempo, conhecer o trabalho da artista e arquiteta natural de Oxford, Inglaterra, que viveu e crescer na Madeira, e está, atualmente, a pintar num atelier de Lisboa. A não perder!
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